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Românticas

Douglas Fabiano o poeta

30 de jan. de 2010

O DOM DE AMAR

Românticas




Amar é simplesmente sorrir
é ser feliz a cada dia que começa
é apreciar um simples pôr do sol
é contemplar a luz das estrelas
e mesmo na tempestade enxergar um tempo bom

Amar é querer bem,é cuidar
é olhar a vida com olhos de criança
é viver intensamente e mesmo que nada venha a dar certo
manter sempre de pé a esperança

é ouvir o amor em uma melodia
é sentir o amor no perfume de uma flor
amar é ver aquilo que poucos enxergaram
o simples,o invisivél, o inesquecivél

é ver um mundo de sonhos
se abrir em um sorriso
é um sentimento que atrai
que pode ser deescrevido
porém só por quem ama poderá ser entendido

momentos pequenos com grande valor
um beijo roubado,um abraço apertado
o poder de um atração entre duas pessoas
um som de emoção que emitido uma vez
por esse mundo ecoa

é força de um olhar
é abrir seu coração e demonstrar
demonstrar e se orgulhar
de ter o dom maior da vida
o dom de amar!

14 de jan. de 2010

ABRAÇOS E BEIJOS

Românticas




Quanto eles encerram?
O que eles contém?
Um sentimento puro
ou um conto de vintém?

Ah! Como eu quisera
expressar neste momento
tudo o que eu sinto
mas é apenas uma quimera!

Se amei? Sim, muito!
Fui amado? Gostaria de saber...
Ah! Quanto sentimento eu tenho
dentro deste coração!

Beijos e abraços foram muitos.
Abraços e beijos, ganhei-os tanto,
porém o que mais queria
era o puro sentimento.

Complemento sem a essência é vago
é vazio, é imperfeição.
E dentro do meu ego, só existe compaixão
pois, se muito busquei,
outro pouco recebi.

E assim caminhei na vida,
e encontrei a solidão,
solidão ao estar com os outros,
pois afastei-me de mim.

Agora a busca é árdua,
o caminho pedregoso.
Quero voltar a mim
num reencontro amoroso,
onde a alma se complete
no bom e no melhor.
Que é a essência da vida!
Que é o puro amor!

1 de jan. de 2010

QUANTAS EU AMEI ????

Tristeza




Quando minha voz queria ser ouvida
Suspirei as canções mais doloridas,
Porem ninguém me escutou!
Oh! Nunca vivi a glória dos valentes
Apenas derramei minhas lagrimas dementes.
Meu deus ninguém me amou!

Meu Deus quantas eu amei!
De certo ninguém me amou.
Meu amor foi o canto dos poetas,
Uma estrela que se apagou.

Meu amor foi um grito lançado ao vento
Que um dia ecoou nas trevas do firmamento
Porem ninguém me escutou!
Meu amor foi a alegria do sol nascente
Também as tristezas do poente
Meu Deus ninguém me amou!

Meu Deus quantas eu amei!
E quantas vezes fui bem-aventurado?
Nenhuma! Pois em minhas solidões
Meus gritos não foram escutados.

Meu amor foi uma canção de sofrimento
Um canto lúgubre de cólera ou desalento
Porem ninguém me escutou!
Meu amor foi uma criança desprezada
Uma perigosa curva na estrada
Meu Deus ninguém me amou!

Meu Deus quantas eu amei?
Por quantas eu sonhei tão docemente?!
Agora que meu peito me dói
Sinto estar morrendo lentamente. 
 

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